quarta-feira, 26 de maio de 2010

Sem pão nem circo

Lemos há dias que, no intuito de conservarem a privacidade do grupo (?), os responsáveis da unidade hoteleira que alberga a Selecção, ameaçaram os funcionários de que se fizessem chegar “cá fora” fosse o que fosse do que se passasse com os jogadores “lá dentro”, seriam presenteados com despedimentos imediatos.

Carlos Queiroz não pode obrigar os “adeptos” a gostar destas exibições indigentes, nem sob ameaça de despedimentos, nem de corte de salários, nem de roubo do subsídio de férias, nem de cortes nas pensões, nem de aumentos de impostos – e sabe Deus com que pena!
Mas, para isso já vem tarde: José Sócrates antecipou-se e fez tudo isso.
E deve estar bem danado perante a possibilidade de, tendo já tirado o pão a tantos milhares de portugueses, ver-se agora na contingência de não ter “circo” para lhes dar…

segunda-feira, 10 de maio de 2010

"Furtar" dizem eles!...


Este cavalheiro, simplesmente, roubou.
E repare-se na habilidade com que mexe os "garfos", a deixar a léguas de distância qualquer profissional ...
Não importa agora vir agora falar em irreflexão.
Claro que roubar seja o que for é sempre "um acto irreflectido". Quando se é apanhado apanhado, evidentemente...e não se pertence à alta...
Mas, porque será que este "acto irreflectido" é apelidado de "furto"?
Porque não se chamam os nomes aos bois?
Roubo é que é! Roubou, meus senhores! E esta é que é a questão! Ou o crime.

O Aleixo é que os topava:

"A rica tem nome fino,
a pobre tem nome grosso;
a rica teve um menino,
a pobre pariu um moço"

sábado, 1 de maio de 2010

"Vejam bem que não há só gaivotas em terra..."


Estaria o Portas desempregado quando entrou no negócio dos submarinos?